Os pais da ideologia de gênero: filósofos ou loucos?
UM JUDEU, DUAS FEMINISTAS REPULSIVAS E UM LOUCO!
EIS OS PRIMEIROS FILÓSOFOS DA IDEOLOGIA DO GÊNERO!
MINHA CURTA DESCRIÇÃO Á RESPEITO DESTES ANORMAIS.
EIS OS PRIMEIROS FILÓSOFOS DA IDEOLOGIA DO GÊNERO!
MINHA CURTA DESCRIÇÃO Á RESPEITO DESTES ANORMAIS.
Existe um adágio que diz: “A filosofia é uma ciência com a qual ou sem a qual o mundo permanece tal e qual”.
Penso o contrário, pois é ela que move o mundo das ideias e das
revoluções. Ou seja, a filosofia pode ser usada tanto para o bem como
para o mal. Grandes filósofos clássicos como Aristóteles e Platão
inspiraram grandes doutores da Igreja como Santo Tomás de Aquino e Santo
Agostinho. Contudo, foram filósofos como Rousseau, Montesquieu,
Voltaire, Locke, Diderot e D’Alembert, por exemplo, que inspiraram a
Revolução Francesa.

Tratando-se de certos filósofos
modernos, seria melhor que tal ditado fosse verdadeiro. Pessoas
desprovidas de qualquer senso moral, tanto pelo exemplo de suas vidas
como por suas ideias, instilam o seu veneno na sociedade. Pior ainda,
tais “pensadores” são objetos de estudos nas escolas e universidades
atuais. Falo principalmente de quatro dos principais promotores da
ideologia de gênero: Wilhelm Reich, Margaret Sanger, Michel Focault e
Margaret Mead.
A ideologia de gênero, teoria sem base
na ciência e na natureza humana, teve como principais idealizadores
pessoas que muitas das quais foram parar no manicômio, suicidaram-se ou
tentaram suicídio. Assim, comenta Javier Torres no site actuall.com(1):
“É como se alguém tivesse aberto as portas do manicômio e as teorias de seus loucos mais célebres se convertessem em doutrinas mundiais.“Não há nada objetivo – nem sequer a diferenciação biológica XX e XY, oh cromossomas fascistas! – que determina se somos homem ou mulher. Cada um, e só cada um, decide o que é.“Tudo se pode negar porque não há nada fora de nós que seja objetivo, dizia Friedrich Nietzsche, o filósofo que inspirou grande parte dos ideólogos de gênero.”
Nietzsche, que disse que Deus está morto, terminou seus dias em um manicômio. Ele está morto. Deus, porém, é eterno. “¡Dios no muere!”, escreveu com o próprio sangue no chão, após cair apunhalado, o presidente-mártir do Equador, Gabriel Garcia Moreno.
* * *
O médico Wilhelm Reich,
marxista e grande idealizador da revolução sexual, praticava o vício
solitário de maneira compulsiva desde os seis ou sete anos de idade, e
inclusive a zoofilia, tendo desenvolvido um forte ódio contra a figura
do pai. Em sua clínica de psiquiatria abusava das mulheres praticando
suas “terapias sexuais”. Em 1957 morreu em um cárcere. Ele tinha sido
diagnosticado com paranoia e esquizofrenia progressiva.
O filósofo francês Michel Foucault
pertencia ao Partido Comunista e é considerado um dos maiores
idealizadores da ideologia de gênero. Praticava o sadomasoquismo
homossexual e consumia drogas. Tentou o suicídio em várias ocasiões,
porém morreu de AIDS em 1984.
Margaret Sanger, fundadora da Planned Parenthood –- a
maior organização abortista dos Estados Unidos ––, abandonou os filhos
por causa de sua ninfomania. Ela morreu em 1966, quando já era uma
alcoólatra incontrolável.
A feminista Schulamith Firestone, para quem a maternidade era “a opressão radical que sofre a mulher”,
também sofria de esquizofrenia e passou vários anos em uma clínica
psiquiátrica. Em 1912 foi encontrada morta em sua residência.
Outra feminista radical foi Kate Millet.
Tinha ideias maoístas e tornou-se lésbica não por impulso sexual, mas
por ódio aos homens. Quando estava internada em uma clínica
psiquiátrica, no final de sua vida, pediu para ser vigiada durante 24
horas por causa de um impulso incontrolável ao suicídio.
Por sua vez, Elizabeth Fischer, amiga de Kate e fundadora da revista feminista americana Aphra, conseguiu suicidar-se. Outras duas feministas, Maria del Drago e Ellen Frankfurt, ambas cubanas, também cometeram suicídio.
Duas importantes feministas, Simone de Beauvoir e Margaret Mead, foram exceções nesta lista macabra de suicidas.
* * *
“Talis vita, finis ita” –– “tal vida, tal fim”.
Aqueles que quiseram destruir por seus atos e suas doutrinas a própria
ordem da natureza humana como Deus a criou, acabaram destruindo a si
próprios, primeiro com seus vícios e depois com o suicídio.
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