sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Os que idealizaram a repulsiva ideologia do gênero.

Os pais da ideologia de gênero: filósofos ou loucos?

 UM JUDEU, DUAS FEMINISTAS REPULSIVAS E UM LOUCO!
EIS OS PRIMEIROS FILÓSOFOS DA IDEOLOGIA DO GÊNERO!
MINHA CURTA DESCRIÇÃO Á RESPEITO DESTES ANORMAIS.


Existe um adágio que diz: “A filosofia é uma ciência com a qual ou sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Penso o contrário, pois é ela que move o mundo das ideias e das revoluções. Ou seja, a filosofia pode ser usada tanto para o bem como para o mal. Grandes filósofos clássicos como Aristóteles e Platão inspiraram grandes doutores da Igreja como Santo Tomás de Aquino e Santo Agostinho. Contudo, foram filósofos como Rousseau, Montesquieu, Voltaire, Locke, Diderot e D’Alembert, por exemplo, que inspiraram a Revolução Francesa.
Quatro dos principais promotores da ideologia de gênero: Wilhelm Reich, Margaret Sanger, Michel Focault e Margaret Mead.
Tratando-se de certos filósofos modernos, seria melhor que tal ditado fosse verdadeiro. Pessoas desprovidas de qualquer senso moral, tanto pelo exemplo de suas vidas como por suas ideias, instilam o seu veneno na sociedade. Pior ainda, tais “pensadores” são objetos de estudos nas escolas e universidades atuais. Falo principalmente de quatro dos principais promotores da ideologia de gênero: Wilhelm Reich, Margaret Sanger, Michel Focault e Margaret Mead.
A ideologia de gênero, teoria sem base na ciência e na natureza humana, teve como principais idealizadores pessoas que muitas das quais foram parar no manicômio, suicidaram-se ou tentaram suicídio. Assim, comenta Javier Torres no site actuall.com(1):
É como se alguém tivesse aberto as portas do manicômio e as teorias de seus loucos mais célebres se convertessem em doutrinas mundiais.
“Não há nada objetivo – nem sequer a diferenciação biológica XX e XY, oh cromossomas fascistas! – que determina se somos homem ou mulher. Cada um, e só cada um, decide o que é.
“Tudo se pode negar porque não há nada fora de nós que seja objetivo, dizia Friedrich Nietzsche, o filósofo que inspirou grande parte dos ideólogos de gênero.”
Nietzsche, que disse que Deus está morto, terminou seus dias em um manicômio. Ele está morto. Deus, porém, é eterno. “¡Dios no muere!”, escreveu com o próprio sangue no chão, após cair apunhalado, o presidente-mártir do Equador, Gabriel Garcia Moreno.
 *       *         *
O médico Wilhelm Reich, marxista e grande idealizador da revolução sexual, praticava o vício solitário de maneira compulsiva desde os seis ou sete anos de idade, e inclusive a zoofilia, tendo desenvolvido um forte ódio contra a figura do pai. Em sua clínica de psiquiatria abusava das mulheres praticando suas “terapias sexuais”. Em 1957 morreu em um cárcere. Ele tinha sido diagnosticado com paranoia e esquizofrenia progressiva.
O filósofo francês Michel Foucault pertencia ao Partido Comunista e é considerado um dos maiores idealizadores da ideologia de gênero. Praticava o sadomasoquismo homossexual e consumia drogas. Tentou o suicídio em várias ocasiões, porém morreu de AIDS em 1984.
Margaret Sanger, fundadora da Planned Parenthood –- a maior organização abortista dos Estados Unidos ––, abandonou os filhos por causa de sua ninfomania. Ela morreu em 1966, quando já era uma alcoólatra incontrolável.
A feminista Schulamith Firestone, para quem a maternidade era “a opressão radical que sofre a mulher”, também sofria de esquizofrenia e passou vários anos em uma clínica psiquiátrica. Em 1912 foi encontrada morta em sua residência.
Outra feminista radical foi Kate Millet. Tinha ideias maoístas e tornou-se lésbica não por impulso sexual, mas por ódio aos homens. Quando estava internada em uma clínica psiquiátrica, no final de sua vida, pediu para ser vigiada durante 24 horas por causa de um impulso incontrolável ao suicídio.
Por sua vez, Elizabeth Fischer, amiga de Kate e fundadora da revista feminista americana Aphra, conseguiu suicidar-se. Outras duas feministas, Maria del Drago e Ellen Frankfurt, ambas cubanas, também cometeram suicídio.
Duas importantes feministas, Simone de Beauvoir e Margaret Mead, foram exceções nesta lista macabra de suicidas.
*         *        *
Talis vita, finis ita” –– “tal vida, tal fim”. Aqueles que quiseram destruir por seus atos e suas doutrinas a própria ordem da natureza humana como Deus a criou, acabaram destruindo a si próprios, primeiro com seus vícios e depois com o suicídio.
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sábado, 9 de abril de 2016

A Mais Recente Aberração: O Terceiro Sexo!


Esse novo« gênero» não se identifica completamente nem com o masculino, nem com o feminino, nem com todas as suas derivações já vistas neste trabalho.

 Pessoas  que  não  se  definem  como  homens,  nem  como  mulheres,  pretendem  demolir  a  estrutura  social,  neste  « Gênero» encontram-se  os  Andróginos,  pessoas  pervertidas que ora assumem-se  como  mulheres,  ora  como  homens.

Também  conhecidos  como  PÂNGÊNEROS , DEMIGÊNEROS, NÃO BINÁRIO DE GÊNERO, ANDRÓGINAS,  são pessoas  pervertidas  que  não  se  enquadram  no  papel  nem  de  homem  nem  de  mulher.

Alguns  apresentam  neutralidade total, parcial  ou  neutralidade fluida.

a identificação pangênero (o sentimento de pertencer a um gênero pode variar com o tempo por todo o espectro, incluindo masculino, feminino, ausente, próximo a neutro – identificação demigênero –, vários tipos e degraus de ambíguo – identificações andrógina, para próximo ao meio-termo exato entre masculino e feminino, ou epiceno, de forma mais abrangente –, e identificação bigênero). 

Sofrem  de  disforia de gênero.

Tal  como  os  transexuais  precisam  de  tratamento.
 "transgênero binários Adicionalmente, pessoas, geralmente não-binárias do tipo onde o gênero é neutro ou ausente, que tentam anular as marcas de que um dia foram de algum sexo biológico sem querer se apresentar por outro podem ser conhecidas por assexuadas, mas a prática de anulação genital  felizmente  não  é  permitida.

Segundo  a  História  essa  patologia  surgiu  de  tribos  indígenas  americanas  e  canadenses  que  chamavam  essa  perversão  como: Dois-espíritos  também "espíritos-duplos, os papéis  que  estes  assumiam  e  assumem  incluíam vestir roupas e executar o trabalho de ambos os sexos masculino e feminino.
Ainda  existem  130  tribos  que  seguem  essa  depravação  da  natureza  humana.

E  agora  vemos  diversos países, entre os quais Alemanha, Austrália, Nova Zelândia e Nepal, reconhecem oficialmente um «terceiro género» nos formulários oficiais.
Índia, Paquistão e Bangladesh também têm uma designação oficial para o terceiro género, para os chamados cidadãos 'hijra' que não se identificam como homens ou mulheres.
Todos  os  Países  que  reconhecem  isso  como  um  «  direito»  seus  governantes  são  destituídos  de  consciencia  e  estão  abaixo  dos  animais.

TRISTES CASOS DE MUTAÇÕES QUE O EXTERIOR É DE UM SEXO E O INTERIOR É DE OUTRO SEXO.


Felizmente  são  raras  as  crianças  que  nascem assim,  com  sexo  definido por  fora  mas  por  dentro  seu  organismo  é  do  sexo  oposto.

QUANDO  ASSIM  ACONTECE,  ESTA  PESSOA  TEM  QUE  SE  CONVENCER  QUE  NASCEU  DEFICIENTE  E  NÃO  PODE  TER  VIDA  SEXUAL  POIS  INFELIZMENTE  TEM  FUNÇÕES  MASCULINAS  E  FEMININAS.

Por  exemplo,  uma  menina  nascer  normal, ainda  que  com  uma  genitália  feminina  grande que mais tarde  podem  descer  testículos  e  nascer um  pênis, porque  o  interior  de  seu  corpo  é  masculino  ( testículos internos, alto nivel de testosterona). Ao  passo  que a  maior  parte  delas  não  desenvolvem o sexo  masculino,  somente  na  República  Dominicana  se  vê  essa  patologia.


Na  República  Dominicana  vemos  essa  patologia  em  bebês  que  aparentemente  são  meninas  mas  mais  tarde  desenvolvem  a  genitália  masculina :
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150921_meninos_puberdade_lab
O  fato  de  só  desenvolverem  a  genitália  masculina  alguns  na  infância  e  outros  na  puberdade  e  não  nascerem  com  ela, se deve à deficiência de uma enzima chamada 5-alfarredutase, que normalmente converte a testosterona em dihidrotestosterona.


Estes   são   meninos   que   nasceram  com   genitália  feminina   devido   a  essa  deficiencia,
mas   a   natureza   mais   tarde   acaba   por   corrigir   o  problema, mas  o  genes  patológico  fica  neles  pelo  que  deveriam  ser  impedidos  de  passarem  essa  anomalia  aos  descendentes  não  terem  permissão  de  serem  pais e tenham todo seu material genético (por exemplo, bancos de esperma ou óvulos congelados) destruído em ordem a serem autorizadas tal coisa.
Logicamente que isto deve incluir também as meninas masculinizadas ainda que só o sejam em seu interior.

SENDO  QUE  EU  CONDENO  TODO  TIPO  DE  FERTILIZAÇÃO.

Quanto  aos  meninos que  nascem com sexo definido masculino  mas  no  seu  interior  tem  útero, ovários  é  mesmo  raríssimo,  felizmente.

Sendo  que  estes  tristes  casos  acontecem  mais  em  crianças  do  sexo  feminino, mesmo assim  são  raros felizmente: atinge uma criança a cada 14.500 nascimentos.

Os  casais  antes  de  decidirem  ter  um  filho  ou  filha, para evitar que surjam outros casos semelhantes dentro da mesma família, a equipe realiza o chamado aconselhamento genético.

 Por meio de exames é possível saber se os pais são portadores do gene deficiente e qual a probabilidade de esses distúrbios se repetirem nas futuras gerações.

Esse  mesmo  proceder  deve  ser  aplicado  também  para  evitar  nascimentos  de  hermafroditas.
E  hermafroditas devem ser impedidos de serem pais e mães, pois tem 50% de probabilidade de nascer outro hermafrodita.
Todo  hermafrodita  que  fosse  mãe  ou  pai  deveria  ter  voz  de  prisão.

QUANTO AOS QUE JÁ NASCERAM DEVEM SER OPERADOS Á NASCENÇA, POIS UM DOS DOIS SEXOS SEMPRE É MAIS DESTACADO SENDO O OUTRO ATROFIADO.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Países que promovem a deformação de Caracter em homens e mulheres.

OS HIJRA:

Na  Índia  alguns   pais tomam a decisão monstruosa de fazer de seu filho na puberdade um transgenero ao ordenarem a castração do menino, bem como se vista como mulher.
Viram homossexuais e travestis sem passarem pela cirugia de  mudança de sexo.

Já  outros decidem se tornar « Hijras» na idade adulta, quando servem um sacerdotisa hindu, ou porque sofrem da anomalia de TRANSTORNO DE GÊNERO  tendo em vista                                  «se tornarem mulheres» sem passarem pela mudança de sexo.
E  neste  triste  círculo  se  enquadram  também  os  assexuados que não querem ter um sexo definido.
Uns  se  casam  com  homens e outros formam comunidades de celibato.
Só  os  posso  chamar  de  ANORMAIS.

LINKS  sobre  os  Transgêneros  Hijras:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hijra

http://virusdaarte.net/india-hijras-homens-ou-mulheres/

Na  Ilha  de  Samoa  existem  os:

Fa'afafine

A  maioria  destes  são  assim  por  imposição  de  famílias  que  não  tendo  filhas  acham-se  no  « direito»  de  tornar  um  filho  menino  em  menina,  estes  também  não  passam  pela  cirurgia  de  mudança  de  sexo.

LINKS  sobre  os Fa'afafine:



Os  nobre bacha

Essas  são  meninas  do  Afeganistão  que  desde  tenra  infância  são  escolhidas  pela  família  (os  quais  algumas  vezes  não  teem  filhos  homens)  para  viverem  uma  vida  de  rapaz  até  a  puberdade  quando  então  são  obrigadas  a  voltarem  a  se  definirem  como  mulheres  submissas.

Mais recentemente, os grupos afegãos humanos e direitos das mulheres começaram a criticar a prática nobre bacha não só como uma manifestação de misoginia, mas também uma violação dos direitos das meninas para serem eles mesmos.

Link  sobre  os  NOBRE  BACHA:


AS  Virgjinesha  da  Albánia:

Não  na  Albânia  em  geral  mas  na  Sociedade  Kanun

São  mulheres  que  desde  a  puberdade  são  obrigadas  a  viverem  para  sempre  uma  vida  masculina , se  não  tiverem  irmãos  ou  se  não  quiserem  casar, levam  uma  vida  de  celibato  masculina:  conhecidas  também  como:  AS  VIRGENS JURAMENTADAS DA ALBÂNIA.
Embora  não  façam  cirurgia  de  mudança  de  sexo,  são  obrigadas  a  viverem  como  homens,  não  sendo  porém  lésbicas.



domingo, 3 de abril de 2016

A Disforia do Gênero e Transtorno de Identidade deve ser tratada e nunca estimulada.


A  transexualidade  é  um  transtorno  de  Identidade  a  qual  é  manifestada  em  forma  de
 ansiedade crônica, difusa e flutuante; isolamentodepressão; baixa tolerância ao stress.

É  UMA  PATOLOGIA QUE NÃO DEVE SER CONFUNDIDA COM O CHAMADO                                      « TERCEIRO GÊNERO» POIS  AO  PASSO  QUE  OS  PRIMEIROS  DECIDEM EM  SUA  DEMENCIA QUE QUEREM FICAR SENDO DO SEXO OPOSTO OS ÚLTIMOS QUEREM SER NEUTROS, SEM SEXO DEFINIDO OU ADOTANDO CARACTERÍSTICAS DE AMBOS OS SEXOS NA APARENCIA, SENDO ISSO UMA  ABERRAÇÃO AINDA MAIOR,
EM RELAÇÃO AOS QUE NASCEM HERMAFRODITAS, ESTES NÃO TEEM CULPA SENDO ENTRETANTO UM DOS SEXOS É O DOMINANTE PELO QUE NESTE CASO CABE AOS PAIS OPERA-LO Á NASCENÇA PARA QUE O DOMINANTE PREVALEÇA POIS É SUA VERDADEIRA NATUREZA.

Embora  queiram  ter  razão  alguns  psiquiatras  em  separar  a  transexualidade  da  homossexualidade  pois  alguns  pretendem  ver  esta  como  «  orientação  sexual»  a  verdade  é  que  a  distancia  é  mínima,  ainda  que  reconhecendo  que  nem  todo  homossexual  e  lésbica  opta  por  ser  transexual,  sabemos  que  todo  transexual  é  homossexual  ou  lésbica.

Mas  neste  blog  abordaremos  somente  o  aspecto  da  transexualidade  que  tem  por  objetivo  transformar  o  indivíduo  em  alguém  do  sexo  oposto.

O  Novo:  Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais 5.ª edição ou DSM-5, bem  como CID 10
devem  ser  ignorados  pois  a  transsexualidade  é  uma  doença.
E  assim  sendo  a  cura  para  essa  patologia  não  é  investir  nela  como  fazem  em  muitos  Países  onde  afundam  de  vez  essas  pessoas  quando  fazem cirurgia para  mudarem  de  sexo,  o  que  deveria  ser  um  crime  punivel  com  a  Lei.

A  Transição  de  Gênero,  também  conhecida  como Cirurgia de redesignação sexual,  faz   estas  pessoas  alucinadas  sofrerem,  além  do  que  incentiva  a  homossexualidade.

Sabemos  que  para  evitar  a  transexualidade  é  preciso  corrigir  a  homossexuais  e  lésbicas  e  isto  passa  pela  Terapia  de  Reorientação  Sexual.

Quem  tem  fixação  em  mudar  de  sexo  é  uma  pessoa  doente  que  precisa  ser  tratada.
Opinião  de  médicos  conceituados  e  de  consciência:

Dr.  Meyer:

http://notifam.com/pt/2016/50-anos-de-mudanca-de-sexo-transtornos-mentais-e-muitos-suicidios/

 A declaração doAmerican College of Pediatricians
Associação  de  pediatria  dos  Estados  Unidos.




http://sexualidadenatural.blogspot.pt/

Publico  aqui  o  resultado  que  provaram  ser  maligno  para  todos:

 Condicionar as crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável é abuso infantil. Apoiar a discordância de gênero como normal através da educação pública e de políticas legais confundirá as crianças e os pais, levando mais crianças a procurar “clínicas de gênero”, onde tomarão drogas bloqueadoras da puberdade. Por sua vez, isso garantirá que elas “escolherão” uma vida toda de hormônios cancerígenos e tóxicos e provavelmente considerarão passar por uma mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo ao chegar à vida adulta.
Resultados:
CANCER,  AVC, PRESSÃO ALTA, COÁGULOS SANGUÍNEOS, CONFUSÃO  E  SUICÍDIOS.

E  que  não  se  enganem  os  que  pensam  que  os  malefícios  da  mudança  de  sexo  afetam  somente  adolescentes,  adultos  também  sofrem  toda  a  vida  como  bem  documenta  este  Livro de autoria de Walt Heyer

GÊNERO, MENTIRAS  E  SUICÍDIOS



Este  Livro  só  o  vai  encontrar  nestes  links  abaixo,  pois  é  perseguido  por  mostrar  a  verdade  dos  fatos:



Outro  Livro  desse  Médico  corajoso:


PUXAR  A  MÁSCARA  DO  FENÓMENO  TRANGENDER


LIVRO  DEDICADO A TODOS QUE VIVEM  OBCECADOS EM MUDAR DE SEXO, COMO PODEM VENCER ESSA INCLINAÇÃO DESNATURAL E CRUEL:

A  FÉ  DE  UM  TRANSGERDER


Visão geral

A fé de um Transgender conta a verdadeira história notável de um homem atormentado desde a infância com os pensamentos e sentimentos que ele deveria ter sido uma menina. O tormento intensifica à medida que ele cresce, se casa e começa uma família, e constrói uma carreira surpreendente. Desesperado, ele secretamente procura um tratamento radical que promete alívio, mas também podia arriscar a destruição de tudo o que ele tem de mais caro. 
Com a mesma determinação resoluta de que o catapultou para o sucesso em sua carreira, ele implacavelmente persegue cura e plenitude, não desistir até que ele sabe, sem dúvida, ele é seguro nos braços de Jesus.
A fé de um Transgender corajosamente desafia correção política e os ativistas da mudança de género que dizem "Transgêneros nascem assim" pela ousadia para compartilhar o poderoso testemunho de fé e de restauração de um homem para o seu sexo de nascimento.

ONDE  COMPRA-LO:

Dr.  Charles Ihlenfeld:  Este  embora  homossexual, viu  que  a  mudança  de  sexo  era  prejudicial:


Ele falou de como ele deixou de ser considerado a ideia de uma mente feminina em um corpo masculino para ser uma explicação satisfatória, e que houve problemas psicológicos que os hormônios e cirurgia não chegam, o que pode ressurgir em anos posteriores. O artigo de jornal veio com uma barra lateral que terminou com:

"Seja qual for a cirurgia fez, que não cumpriu um desejo básico para algo que é difícil de definir. Isto vai junto com a ideia de que estamos tentando tratar superficialmente algo que é muito mais profundo. "

No mesmo ano que o livro de Raymond, Ihlenfeld falou com Garrett Oppenheim grupo Confide 's:

"Se cada paciente que vem pedir a terapia hormonal recebê-la? Eu costumava me sentir que a maioria deles deveria, mas agora eu olho para este pedido um pouco mais crítica. ... Talvez a minha formação psiquiátrica me tornou mais conservador. ... 80 por cento dos pacientes que querem mudar de sexo não deve fazê-lo. ... Há muito descontentamento entre as pessoas que tiveram a cirurgia. ... muitos deles acabam como suicídios. ... o candidato transexual tem sido descrito como o único paciente que se diagnostica e prescreve seu próprio tratamento ".



Até  mesmo  transexuais  desaconselham  esses  triste  procedimento  de  mudança  de  sexo:

http://blog.opovo.com.br/ancoradouro/eu-nao-aconselho-a-cirurgia-de-mudanca-de-sexo-a-ninguem-e-bobeira-diz-a-transsexual-lea-t/

http://ohomossexualismo.blogspot.pt/2013/04/homem-suicida-se-depois-da-operacao-de.html

http://www.megacurioso.com.br/sexo/44729-empresario-muda-de-sexo-enjoa-de-ser-mulher-e-volta-a-se-tornar-homem.htm



segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

As Associações gays promovem a pedofilia são todos imundos e repulsivos.

Vamos  conhecer  um  pouco  sobre  os  CRIMES  da  MAMBLA  e  da  ALLOUT:

O  Ativismo  gay  não  poupa  nem  sequer  as  crianças!

O  MAMBLA:

http://juliosevero.blogspot.com.br/2005/04/sete-membros-da-nambla-so-presos-em.html

http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14057-os-vinculos-entre-rituais-satanicos-o-gayzismo-e-a-pedofilia.html

http://www.youblisher.com/p/651727-O-Movimento-Homossexual/

A  ILGA  embora  queira  «  posar»  de  anti-pedófila  sabemos  bem  quais  são  seus  propósitos  imundos.

Continuando  a  lista  de  crimes  desses  homossexuais  e  ASSOCIAÇÕES  LGBT  :

http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/15478-2014-10-07-14-20-05.html

Júlio  Severo  os  desmascara  totalmente  em  seu  novo  Livro:






http://www.youblisher.com/p/651727-O-Movimento-Homossexual/

http://gloria.tv/?media=403419&language=oe7Kk4CL1hU

Todas  essas  Associações  e  Ongs  imundas  consomem  nosso  dinheiro!
Dinheiro  que  poderia  ser  gasto  com  doentes, pobres e  na  pesquisa  de  tratamentos  de  doenças:

http://www.thenewamerican.com/world-news/europe/item/8949-eu-funding-of-homosexual-lobby-
 with-pedophile-links-questioned


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Cirurgia Transsexual perverte e deforma Caracter.

Bruce  Jenner  e  Diane  Sawyer  poderiam  beneficiar-se  de  uma  lição  de  história.  Eu  sei  disso,  porque  fiz  uma  cirurgia  de  “mudança de sexo”  e  vivi  como  mulher  por  oito  anos.
A  cirurgia  não  resolveu  nada –  apenas  ocultou  e  exacerbou  problemas  psicológicos  mais  profundos.

Os  primórdios  do  movimento  transgênero  perderam-se  hoje  em  meio  à  campanha  pela  aceitação, tolerância  e  direitos  dos  transgêneros.
 Se  mais  pessoas  tivessem  consciência  da  sombria  e  problemática  história  da  cirurgia  de  mudança de  sexo, talvez  não  seríamos  tão  rápidos  em  pressionar  as  pessoas  para  que  a  fizessem.
As  primeiras  cirurgias  de  mudança  de  sexo  (a maioria do masculino para o feminino)  foram  realizadas em  clinicas  universitárias;  começaram  na  década  de  1950  e  progrediram  ao  longo  das  décadas  de 1960  e  1970.
 Quando  os  pesquisadores  contabilizaram  os  resultados  e  não  encontraram  prova  objetiva  de  que  a prática  era  bem-sucedida – e,  na  verdade,  encontraram  evidência  de  que era  prejudicial -, as universidades  deixaram  de  realizar  a  cirurgia  de  mudança  de  sexo.
Desde  então,  cirurgiões  da  rede  privada  começaram  a  ocupar  o  lugar   das  universidades.
 Sem  nenhuma  análise  minuciosa  ou  sem  responsabilizar-se  pelos  resultados, a  prática  cresceu, deixando  como  resultado  a  vergonha, o  arrependimento  e  o suicídio.

Sabemos  que  hollywood  se  empenha  em  derrubar  todos  os  alicerces  e  tem  prazer  em  derrubar  a  Família,  defendendo  práticas  repulsivas.

No  lamentavel  filme:  a  garota  dinamarquesa,  a  História  real  de  Einar Wegener  casado  com Gerda  esta era  uma  pessoa  deploravel  e  Einar  que  poderia  ter  sido  tratado  através  de  internamento, todos  os  médicos  da  sua  juventude  atestaram  que  era  pervertido  e  histérico  quanto  a  sua  esposa    que  foi uma artista transgressora  e  lésbica  insaciavel  que fazia pinturas e ilustrações eróticas com mulheres nuas masturbando umas às outras  e  o  apoiou  a  ser  «  Lili»,    tendo  este  feito  a  cirurgia  de  mudança  de  sexo  em  1930,  rebelando-se  assim  contra  a  natureza  pois  nunca  um  homem  poderá  virar  uma  mulher  e  ter  filhos  e  sabemos  que  por  fim  paga  por  sua  insanidade  morrendo  apenas  14  meses  após  tentar  implantar  um  útero.
Tal  como  nenhuma  lésbica  poderá  ser  pai  biológico.
É  verdade  que  hoje  em  dia  não  morrem  nessas  tristes  cirurgias,  mas  sabemos  de  muitos  transexuais  que  se  suicidam  pois  não  foram  tratados  quando  era  tempo  de  evitar  seguirem  vil  caminho,  pois  as  terapias  hormonais  desequilibram  o  organismo.

https://padrepauloricardo.org/blog/ex-transexual-desmascara-a-garota-dinamarquesa


Os Pais Fundadores do Movimento Transgênero

O  movimento  transgênero  começou  como  a  invenção  de  três  homens  que  compartilhavam  o   mesmo  vínculo:  os  três  eram  ativistas  da pedofilia.
A  história  começa  com  o  infame  Dr. Alfred Kinsey,  um  biólogo  e  sexólogo  cujo  legado  perdura   até  hoje. Kinsey  acreditava  que  todos  os  atos  sexuais  eram  legítimos – inclusive  a  pedofilia,  a bestialidade,  o   sadomasoquismo,  o  incesto,  o adultério,  a prostituição  e  o  sexo  em  grupo.             Ele  autorizou  experiências  desprezíveis  com  crianças  e  bebês  a   fim  de  reunir  informação  para justificar  sua  opinião  de  que  crianças  de  qualquer  idade  gostavam  de  manter  relações  sexuais. Kinsey  defendia  a  normalização  da  pedofilia  e  fazia  lobby  contra  leis  que  protegiam  crianças inocentes  e  puniam  predadores  sexuais.

O  transexualismo  foi  acrescentado  ao  repertório  de  Kinsey  quando  lhe  apresentaram  o  caso  de   um garoto afeminado que queria se tornar uma menina. Kinsey consultou um conhecido, um endocrinologista chamado Dr. Harry Benjamin. Travestis, homens que se vestiam como mulheres, eram bem conhecidos. Kinsey e Benjamin viram aquilo como oportunidade de transformar um travesti fisicamente, muito além do vestuário e da maquiagem. Kinsey e Benjamin tornaram-se colaboradores profissionais do primeiro caso do que Benjamin chamaria mais tarde de “transexualismo”.
Benjamin pediu que vários psiquiatras avaliassem o garoto para possíveis procedimentos cirúrgicos que pudessem tornar sua aparência feminina. Eles não entraram em consenso sobre a conveniência de uma cirurgia que tornasse sua aparência feminina. Isso não parou Benjamin. Por conta própria, ele começou a realizar uma terapia com hormônio feminino no garoto. Ele foi à Alemanha para uma cirurgia parcial, e Benjamin perdeu o contato com ele, impossibilitando qualquer acompanhamento de longo prazo.


A trágica história dos gêmeos Reimer





O terceiro co-fundador do atual movimento transgênero foi o psicólogo Dr. John Money, um dedicado discípulo de Kinsey e membro de uma equipe de pesquisa sobre transsexualismo coordenado por Benjamin.
O primeiro caso transgênero de Money ocorreu em 1967, quando um casal canadense, os Reimers, lhe pediu para reparar circuncisão mal feita em seu filho de dois anos, David. Sem qualquer justificação médica, Money realizou uma experiência para fazer sua fama e impulsionar suas teorias sobre gênero, sem se importar com as consequências na vida da criança. Money disse aos pais perturbados que a melhor maneira de garantir a felicidade de David era transformar cirurgicamente sua genitália masculina em feminina e cria-lo como menina. Como muitos pais fazem, os Reimers seguiram a ordem do médico, e David tornou-se Brenda. Money garantiu aos pais que Brenda se adaptaria à vida como menina e que ela jamais saberia a diferença. Ele disse aos pais que eles deveriam manter segredo sobre isso, e assim o fizeram – ao menos durante um tempo.
Médicos ativistas como o Dr. Money sempre aparentam ser brilhantes inicialmente, principalmente se controlam a informação que a mídia divulga. Money fez um jogo hábil de “pegue-me se for capaz”, relatando o sucesso da mudança de sexo do menino à comunidade médica e científica e construindo sua reputação como o maior especialista no emergente campo da mudança de sexo. Passariam décadas antes que a verdade fosse revelada. Na realidade, a “adaptação” de David Reimer para a vida como menina foi completamente diferente dos entusiasmados relatos forjados por Money em artigos acadêmicos. Aos 12 anos, David estava severamente deprimido e recusou-se a ver Money novamente. Seus pais, desesperados, romperam o segredo e contaram-lhe a verdade sobre a mudança de sexo. Aos 14 anos, David escolheu desfazer a mudança de sexo e viver como garoto.

No ano 2000, com 35 anos, David e seu irmão gêmeo finalmente divulgaram o abuso sexual que o Dr. Money lhes havia infligido na privacidade do seu escritório. Os dois contaram como o Dr. Money tirou fotos deles nus quando eles tinham apenas sete anos de idade. Mas fotografias não eram suficientes para Money. O médico pedófilo também forçou os meninos a realizarem atividades sexuais incestuosas.
As consequências do abuso de Money foram trágicas para os dois meninos. Em 2003, apenas três anos após a divulgação do seu passado dolorido, o irmão gêmeo de David, Brian, morreu de overdose provocada voluntariamente. Pouco tempo depois, David também cometeu suicídio. Money finalmente havia sido denunciado como uma fraude, mas isso não ajudou os pais sofredores cujos gêmeos agora estavam mortos.
A revelação dos resultados e tendências fraudulentos das pesquisas de Money também veio tarde demais para pessoas que sofriam de problemas sexuais. Naquele momento, a cirurgia [de mudança de sexo] já estava bem estabelecida, e ninguém se importou com o fato de que um dos seus criadores havia sido desacreditado.


Resultados da Universidade Johns Hopkins: a cirurgia não traz nenhum alívio
O Dr. Money tornou-se o co-fundador de uma das primeiras clínicas universitários de mudança de sexo nos Estados Unidos, na Universidade Johns Hopkins, onde a cirurgia de mudança de sexo era realizada. Depois que a clínica já operava já muitos anos, o Dr. Paul McHugh, diretor de psiquiatria e ciência comportamental em Hopkins, queria mais do que as garantias de sucesso que Money havia dado imediatamente após a cirurgia. McHugh queria mais evidências. No longo prazo, os pacientes estavam realmente melhores depois da cirurgia?
McHugh designou ao Dr. Jon Meyer, presidente da clínica em Hopkins, a tarefa de avaliação dos resultados. Meyer escolheu cinquenta pessoas dentre as que havia sido tratadas na clínica, tanto aqueles que se submeteram à cirurgia de mudança de sexo como aqueles que não fizeram a cirurgia. Os resultados desse estudo refutaram completamente as alegações de Money sobre os resultados positivos da cirurgia de mudança de sexo. O relatório objetivo não mostrou nenhuma necessidade médica para a cirurgia.
Em 10 de agosto de 1979, o Dr. Meyeranunciou seus resultados: “É errado dizer que esse tipo de cirurgia cura um distúrbio psiquiátrico. Agora temos evidências objetivas de que não há diferença real na adequação do transexual à vida em termos de emprego, realização educacional, ajuste marital e estabilidade social”. Posteriormente, ele disse ao The New York Times: “Minha impressão pessoal é que a cirurgia não é um tratamento adequado para uma desordem psiquiátrica, e está claro para mim que esses pacientes têm problemas psicológicos graves que não desaparecem depois da cirurgia”.
Menos de seis meses depois, a clínica de mudança de sexo da Universidade Johns Hokins foi fechada. Outras clínicas do mesmo tipo filiadas a universidades em outros lugares do país também seguiram o mesmo caminho, abandonando completamente a realização da cirurgia de mudança de sexo. Os resultados positivos não eram relatados em lugar algum.


Resultados do Colega Benjamin: Muitos Suicídios
Não foi apenas a clínica da Johns Hopkins que relatou falta de resultados da cirurgia. Mais ou menos na mesma época, sérios questionamentos sobre a eficácia da mudança de sexo foram feitos por um colega do Dr. Harry Benjamin, o endocrinologista Charles Ihlenfeld.
Ihlenfeld trabalhou com Benjamin durante seis anos e ministrou hormônios sexuais a 500 transexuais. Ihlenfeld deixou Benjamin chocado ao anunciar publicamente que 80% das pessoas que queriam mudar de sexo não deveriam fazê-lo. Ihlenfeld disse: “Há muita infelicidade nas pessoas que fizeram a cirurgia… Muitas delas acabam se matando”. Ihlenfeld deixou de ministrar hormônios a pacientes que sofriam de disforia sexual, mudou de especialidade e tornou um psiquiatra, a fim de oferecer a esses pacientes o tipo de ajuda do qual, acreditava, eles realmente precisavam.
Devido ao estudo realizado na Universidade Johns Hopkins, ao fechamento de sua principal clínica e ao alerta dado por Ihlenfeld, os defensores da cirurgia de mudança de sexo precisavam de uma nova estratégia. Benjamin e Money procuraram seu amigo, Paul Walker, PhD, um ativista homossexual e transgênero que, eles sabiam, compartilhava de sua paixão pela disponibilização de hormônios e pela cirurgia. Sob a direção de Paul Walker, formou-se um comitê com o objetivo de delinear padrões de tratamento para transgêneros os quais promovessem a agenda dos três. O comitê incluía um psiquiatra, um ativista da pedofilia, dois cirurgiões plásticos e um urologista, e todos se beneficiariam financeiramente por manterem disponível a cirurgia de mudança de sexo a todos os que quisessem fazê-la. “Os Padrões Internacionais de Tratamento Harry Benjamin” foram publicados em 1979 e deram nova vida à cirurgia de mudança de sexo.


Minha experiência com o Dr. Walker

Eu mesmo sofri bastante para acertas as contas com o meu sexo. Em 1981, procurei o Dr. Walker para pedir-lhe ajuda, o homem que havia escrito os padrões de tratamento. Walker disse que eu sofria de disforia sexual. Apenas dois anos depois de tanto o estudo da Johns Hopkins como as declarações públicas de Ihlenfeld terem chamado a atenção para o elevado risco de suicídio associado à mudança de sexo, Walker, embora tivesse pleno conhecimento dos dois relatórios, assinou minha carta de aprovação para tomar hormônios e realizar a cirurgia.
Sob a orientação dele, eu fiz a cirurgia de mudança de sexo e vivi durante oito anos como Laura Jensen. Ao fim e ao cabo, tomei coragem para admitir que a cirurgia não havia resolvido nada – ela apenas encobriu e exacerbou problemas psicológicos mais profundos. A decepção e a falta de transparência pelas quais eu passei na década de 1980 até hoje circundam a cirurgia de mudança de sexo. Pelo bem de outros que lutam contra a disforia sexual, não posso ficar calado.   
É intelectualmente desonesto ignorar os fatos de que a cirurgia nunca foi um procedimento médico necessário para tratar a disforia sexual e de que o uso de hormônios sexuais pode ser prejudicial. Os ativistas transgênero de hoje, descendentes de Kinsey, Benjamin e John Money, mantêm viva a prática medicamente desnecessária da cirurgia de mudança de sexo por meio do controle do fluxo de informações publicadas e do silenciamento de pesquisas e histórias pessoais que falam do arrependimento, infelicidade e suicídio experimentados por aqueles que fazem essa cirurgia. Resultados negativos só são reconhecidos como uma maneira de culpar a sociedade por sua transfobia.


Os clientes transgênero que se arrependem de ter tomado esse caminho muitas vezes são tomados pela vergonha e pelo remorso. Em mundo de ativismo pró-transgênero, aqueles que se arrependem de sua decisão têm poucos lugares aos quais recorrer. No meu caso, foram necessários anos para reunir a coragem de erguer-me e falar sobre o arrependimento.
Apenas gostaria que o Dr. Paul Walker fosse obrigado a me falar sobre os dois relatórios quando eu o consultei: o estudo da Universidade Johns Hopkins mostrando que a cirurgia não aliviava problemas psicológicos graves, e a observação de Ihlenfeld sobre a permanente infelicidade dos transgêneros e a alta incidência de suicídio após o uso de hormônios e a realização da cirurgia. Talvez essa informação não tivesse me impedido de tomar aquela decisão desastrosa, mas ao menos eu teria tomado conhecimento dos riscos e da dor que me esperavam.
Walt Heyer é um autor e conferencista que deseja ajudar a todos os que se arrependem de terem feito a cirurgia de mudança de sexo. Por meio de sua página de internet,SexChangeRegret.com, e seu blog,WaltHeyer.com, Heyer traz a público a incidência de arrependimento e as trágicas consequências da realização da cirurgia. Publicado com a permissão do Witherspoon Institute.