Bruce Jenner e Diane Sawyer poderiam beneficiar-se de uma lição de
história. Eu sei disso, porque fiz uma cirurgia de “mudança de sexo” e
vivi como mulher por oito anos.
A cirurgia não resolveu nada – apenas
ocultou e exacerbou problemas psicológicos mais profundos.
Os primórdios do movimento transgênero perderam-se hoje em meio à
campanha pela aceitação, tolerância e direitos dos transgêneros.
Se mais
pessoas tivessem consciência da sombria e problemática história da
cirurgia de mudança de sexo, talvez não seríamos tão rápidos em
pressionar as pessoas para que a fizessem.
As primeiras cirurgias de mudança de sexo (a maioria do masculino
para o feminino) foram realizadas em clinicas universitárias; começaram
na década de 1950 e progrediram ao longo das décadas de 1960 e 1970.
Quando os pesquisadores contabilizaram os resultados e não encontraram
prova objetiva de que a prática era bem-sucedida – e, na verdade,
encontraram evidência de que era prejudicial -, as universidades
deixaram de realizar a cirurgia de mudança de sexo.
Desde então, cirurgiões da rede privada começaram a ocupar o lugar
das universidades.
Sem nenhuma análise minuciosa ou sem
responsabilizar-se pelos resultados, a prática cresceu, deixando como
resultado a vergonha, o arrependimento e o suicídio.
Sabemos que hollywood se empenha em derrubar todos os alicerces e tem prazer em derrubar a Família, defendendo práticas repulsivas.
No lamentavel filme: a garota dinamarquesa, a História real de Einar Wegener casado com
Gerda esta era uma pessoa deploravel e Einar que poderia ter sido tratado através de internamento, todos os médicos da sua juventude atestaram que era pervertido e histérico quanto a sua esposa que foi uma artista transgressora e lésbica insaciavel que fazia pinturas e ilustrações eróticas com mulheres nuas masturbando umas às outras e o apoiou a ser « Lili», tendo este feito a cirurgia de mudança de sexo em 1930, rebelando-se assim contra a natureza pois nunca um homem poderá virar uma mulher e ter filhos e sabemos que por fim paga por sua insanidade morrendo apenas 14 meses após tentar implantar um útero.
Tal como nenhuma lésbica poderá ser pai biológico.
É verdade que hoje em dia não morrem nessas tristes cirurgias, mas sabemos de muitos transexuais que se suicidam pois não foram tratados quando era tempo de evitar seguirem vil caminho, pois as terapias hormonais desequilibram o organismo.
https://padrepauloricardo.org/blog/ex-transexual-desmascara-a-garota-dinamarquesa
Os Pais Fundadores do Movimento Transgênero
O movimento transgênero começou como a invenção de três homens que
compartilhavam o mesmo vínculo: os três eram ativistas da pedofilia.
A história começa com o infame Dr. Alfred Kinsey, um biólogo e
sexólogo cujo legado perdura até hoje. Kinsey acreditava que todos os
atos sexuais eram legítimos – inclusive a pedofilia, a bestialidade, o
sadomasoquismo, o incesto, o adultério, a prostituição e o sexo em
grupo. Ele autorizou experiências desprezíveis com crianças e bebês a
fim de reunir informação para justificar sua opinião de que crianças de
qualquer idade gostavam de manter relações sexuais. Kinsey defendia a
normalização da pedofilia e fazia
lobby contra leis que protegiam crianças inocentes e puniam predadores sexuais.
O transexualismo foi acrescentado ao repertório de Kinsey quando lhe
apresentaram o caso de um garoto afeminado que queria se tornar uma
menina. Kinsey consultou um conhecido, um endocrinologista chamado Dr.
Harry Benjamin. Travestis, homens que se vestiam como mulheres, eram bem
conhecidos. Kinsey e Benjamin viram aquilo como oportunidade de
transformar um travesti fisicamente, muito além do vestuário e da
maquiagem. Kinsey e Benjamin tornaram-se colaboradores profissionais do
primeiro caso do que Benjamin chamaria mais tarde de “transexualismo”.
Benjamin pediu que vários psiquiatras avaliassem o garoto para
possíveis procedimentos cirúrgicos que pudessem tornar sua aparência
feminina. Eles não entraram em consenso sobre a conveniência de uma
cirurgia que tornasse sua aparência feminina. Isso não parou Benjamin.
Por conta própria, ele começou a realizar uma terapia com hormônio
feminino no garoto. Ele foi à Alemanha para uma cirurgia parcial, e
Benjamin perdeu o contato com ele, impossibilitando qualquer
acompanhamento de longo prazo.
A trágica história dos gêmeos Reimer
O terceiro co-fundador do atual movimento transgênero foi o psicólogo
Dr. John Money, um dedicado discípulo de Kinsey e membro de uma equipe
de pesquisa sobre transsexualismo coordenado por Benjamin.
O primeiro caso transgênero de Money ocorreu em 1967, quando um casal
canadense, os Reimers, lhe pediu para reparar circuncisão mal feita em
seu filho de dois anos, David. Sem qualquer justificação médica, Money
realizou uma experiência para fazer sua fama e impulsionar suas teorias
sobre gênero, sem se importar com as consequências na vida da criança.
Money disse aos pais perturbados que a melhor maneira de garantir a
felicidade de David era transformar cirurgicamente sua genitália
masculina em feminina e cria-lo como menina. Como muitos pais fazem, os
Reimers seguiram a ordem do médico, e David tornou-se Brenda. Money
garantiu aos pais que Brenda se adaptaria à vida como menina e que ela
jamais saberia a diferença. Ele disse aos pais que eles deveriam manter
segredo sobre isso, e assim o fizeram – ao menos durante um tempo.
Médicos ativistas como o Dr. Money sempre aparentam ser brilhantes
inicialmente, principalmente se controlam a informação que a mídia
divulga. Money fez um jogo hábil de “pegue-me se for capaz”, relatando o
sucesso da mudança de sexo do menino à comunidade médica e científica e
construindo sua reputação como o maior especialista no emergente campo
da mudança de sexo. Passariam décadas antes que a verdade fosse
revelada. Na realidade, a “adaptação” de David Reimer para a vida como
menina foi completamente diferente dos entusiasmados relatos forjados
por Money em artigos acadêmicos. Aos 12 anos, David estava severamente
deprimido e recusou-se a ver Money novamente. Seus pais, desesperados,
romperam o segredo e contaram-lhe a verdade sobre a mudança de sexo. Aos
14 anos, David escolheu desfazer a mudança de sexo e viver como garoto.
No ano 2000, com 35 anos, David e seu irmão gêmeo finalmente
divulgaram o abuso sexual que o Dr. Money lhes havia infligido na
privacidade do seu escritório. Os dois contaram como o Dr. Money tirou
fotos deles nus quando eles tinham apenas sete anos de idade. Mas
fotografias não eram suficientes para Money. O médico pedófilo também
forçou os meninos a realizarem atividades sexuais incestuosas.
As consequências do abuso de Money foram trágicas para os dois
meninos. Em 2003, apenas três anos após a divulgação do seu passado
dolorido, o irmão gêmeo de David, Brian, morreu de overdose provocada
voluntariamente. Pouco tempo depois, David também cometeu suicídio.
Money finalmente havia sido denunciado como uma fraude, mas isso não
ajudou os pais sofredores cujos gêmeos agora estavam mortos.
A revelação dos resultados e tendências fraudulentos das pesquisas de
Money também veio tarde demais para pessoas que sofriam de problemas
sexuais. Naquele momento, a cirurgia [de mudança de sexo] já estava bem
estabelecida, e ninguém se importou com o fato de que um dos seus
criadores havia sido desacreditado.
Resultados da Universidade Johns Hopkins: a cirurgia não traz nenhum alívio
O Dr. Money tornou-se o co-fundador de uma das primeiras clínicas
universitários de mudança de sexo nos Estados Unidos, na Universidade
Johns Hopkins, onde a cirurgia de mudança de sexo era realizada. Depois
que a clínica já operava já muitos anos, o Dr. Paul McHugh, diretor de
psiquiatria e ciência comportamental em Hopkins, queria mais do que as
garantias de sucesso que Money havia dado imediatamente após a cirurgia.
McHugh queria mais evidências. No longo prazo, os pacientes estavam
realmente melhores depois da cirurgia?
McHugh designou ao Dr. Jon Meyer, presidente da clínica em Hopkins, a
tarefa de avaliação dos resultados. Meyer escolheu cinquenta pessoas
dentre as que havia sido tratadas na clínica, tanto aqueles que se
submeteram à cirurgia de mudança de sexo como aqueles que não fizeram a
cirurgia. Os resultados desse estudo refutaram completamente as
alegações de Money sobre os resultados positivos da cirurgia de mudança
de sexo. O relatório objetivo não mostrou nenhuma necessidade médica
para a cirurgia.
Em 10 de agosto de 1979, o Dr. Meyer
anunciou seus resultados:
“É errado dizer que esse tipo de cirurgia cura um distúrbio
psiquiátrico. Agora temos evidências objetivas de que não há diferença
real na adequação do transexual à vida em termos de emprego, realização
educacional, ajuste marital e estabilidade social”. Posteriormente, ele
disse ao
The New York Times: “Minha impressão pessoal é que a
cirurgia não é um tratamento adequado para uma desordem psiquiátrica, e
está claro para mim que esses pacientes têm problemas psicológicos
graves que não desaparecem depois da cirurgia”.
Menos de seis meses depois, a clínica de mudança de sexo da
Universidade Johns Hokins foi fechada. Outras clínicas do mesmo tipo
filiadas a universidades em outros lugares do país também seguiram o
mesmo caminho, abandonando completamente a realização da cirurgia de
mudança de sexo. Os resultados positivos não eram relatados em lugar
algum.
Resultados do Colega Benjamin: Muitos Suicídios
Não foi apenas a clínica da Johns Hopkins que relatou falta de
resultados da cirurgia. Mais ou menos na mesma época, sérios
questionamentos sobre a eficácia da mudança de sexo foram feitos por um
colega do Dr. Harry Benjamin, o endocrinologista Charles Ihlenfeld.
Ihlenfeld trabalhou com Benjamin durante seis anos e ministrou
hormônios sexuais a 500 transexuais. Ihlenfeld deixou Benjamin chocado
ao anunciar publicamente que 80% das pessoas que queriam mudar de sexo
não deveriam fazê-lo. Ihlenfeld disse: “Há muita infelicidade nas
pessoas que fizeram a cirurgia… Muitas delas acabam se matando”.
Ihlenfeld deixou de ministrar hormônios a pacientes que sofriam de
disforia sexual, mudou de especialidade e tornou um psiquiatra, a fim de
oferecer a esses pacientes o tipo de ajuda do qual, acreditava, eles
realmente precisavam.
Devido ao estudo realizado na Universidade Johns Hopkins, ao
fechamento de sua principal clínica e ao alerta dado por Ihlenfeld, os
defensores da cirurgia de mudança de sexo precisavam de uma nova
estratégia. Benjamin e Money procuraram seu amigo, Paul Walker, PhD, um
ativista homossexual e transgênero que, eles sabiam, compartilhava de
sua paixão pela disponibilização de hormônios e pela cirurgia. Sob a
direção de Paul Walker, formou-se um comitê com o objetivo de delinear
padrões de tratamento para transgêneros os quais promovessem a agenda
dos três. O comitê incluía um psiquiatra, um ativista da pedofilia, dois
cirurgiões plásticos e um urologista, e todos se beneficiariam
financeiramente por manterem disponível a cirurgia de mudança de sexo a
todos os que quisessem fazê-la. “Os Padrões Internacionais de Tratamento
Harry Benjamin” foram publicados em 1979 e deram nova vida à cirurgia
de mudança de sexo.
Minha experiência com o Dr. Walker
Eu mesmo sofri bastante para acertas as contas com o meu sexo. Em
1981, procurei o Dr. Walker para pedir-lhe ajuda, o homem que havia
escrito os padrões de tratamento. Walker disse que eu sofria de disforia
sexual. Apenas dois anos depois de tanto o estudo da Johns Hopkins como
as declarações públicas de Ihlenfeld terem chamado a atenção para o
elevado risco de suicídio associado à mudança de sexo, Walker, embora
tivesse pleno conhecimento dos dois relatórios, assinou minha carta de
aprovação para tomar hormônios e realizar a cirurgia.
Sob a orientação dele, eu fiz a cirurgia de mudança de sexo e
vivi durante oito anos como Laura Jensen.
Ao fim e ao cabo, tomei coragem para admitir que a cirurgia não havia
resolvido nada – ela apenas encobriu e exacerbou problemas psicológicos
mais profundos. A decepção e a falta de transparência pelas quais eu
passei na década de 1980 até hoje circundam a cirurgia de mudança de
sexo. Pelo bem de outros que lutam contra a disforia sexual,
não posso ficar calado.
É intelectualmente desonesto ignorar os fatos de que a cirurgia nunca
foi um procedimento médico necessário para tratar a disforia sexual e
de que o uso de hormônios sexuais pode ser prejudicial. Os ativistas
transgênero de hoje, descendentes de Kinsey, Benjamin e John Money,
mantêm viva a prática medicamente desnecessária da cirurgia de mudança
de sexo por meio do controle do fluxo de informações publicadas e do
silenciamento de pesquisas e histórias pessoais que falam do
arrependimento, infelicidade e suicídio experimentados por aqueles que
fazem essa cirurgia. Resultados negativos só são reconhecidos como uma
maneira de culpar a sociedade por sua transfobia.
Os clientes transgênero que se arrependem de ter tomado esse caminho
muitas vezes são tomados pela vergonha e pelo remorso. Em mundo de
ativismo pró-transgênero, aqueles que se arrependem de sua decisão têm
poucos lugares aos quais recorrer. No meu caso, foram necessários anos
para reunir a coragem de erguer-me e falar sobre o arrependimento.
Apenas gostaria que o Dr. Paul Walker fosse obrigado a me falar sobre
os dois relatórios quando eu o consultei: o estudo da Universidade
Johns Hopkins mostrando que a cirurgia não aliviava problemas
psicológicos graves, e a observação de Ihlenfeld sobre a permanente
infelicidade dos transgêneros e a alta incidência de suicídio após o uso
de hormônios e a realização da cirurgia. Talvez essa informação não
tivesse me impedido de tomar aquela decisão desastrosa, mas ao menos eu
teria tomado conhecimento dos riscos e da dor que me esperavam.
Walt Heyer é um autor e conferencista que deseja ajudar a todos
os que se arrependem de terem feito a cirurgia de mudança de sexo. Por
meio de sua página de internet,SexChangeRegret.com, e seu blog,WaltHeyer.com,
Heyer traz a público a incidência de arrependimento e as trágicas
consequências da realização da cirurgia. Publicado com a permissão do Witherspoon Institute.